| Replica
ao golpe da TVC-RIO
[email protected]
Prezado
Senhores,
Eu,
Reinaldo, presidente da Asfunrio, estive por diversas
vezes tentando filiar nossa entidade a TVC, sem
sucesso. Premeditadamente os atuais dirigentes faziam
com que as reuniões se prolongassem por mais
de 4 horas de reunião, cuja pauta era informes.
Eram freqüentes os sumiços de documentos
das entidades, péssimo atendimento, além
da falta de respeito com as novas entidades. Havia
um lema, É entidade passa o rodo, isso a
qualquer instituição que não
fosse do fogo amigo. Bom, minha decepção
não podia ser maior, já que não
respeitavam um Conselheiro, representante da Sociedade
Civil, representante do CMAS DO RJ. Não percebi
por parte dos eis dirigentes, nenhum principio de
transparência, e a boa fé objetiva,
base da nossa CRFB. Art. 37 da CRFB, principio da
impessoalidade da moralidade dentre outros. nada
adiantava, o jogo era excluir as instituições.
Não
percebi em nenhum momento por parte da situação
ou dos atuais dirigentes, nenhum interesse de acolher
as novas instituições. Percebi que
se tratava de feudo, pseudo esquerdistas de quadros
atrasados do processo revolucionário, que
primeiro vem a nós o vosso reino. Na CEAERJ,colocaram
policias armados, amados ou não, quase todos
perdidos com armas na mão. Uma verdadeira
vergonha. As instituições fizeram
uma assembléia na porta da entidade, e escolheram
uma comissão eleitoral com mais de 40 entidades.
Registraram
a Ata, com as formalidades burocráticas necessárias.
Ocorre que segundo fontes, a comissão eleitoral
da situação,tinha candidatos e membros
da comissão eleitoral, o que levou o cartório
rejeitar tal chapa.A eleição ocorreu
na sede da TVC, com mais de 53 instituições
votantes, o que demonstraram compromisso de resgatar
a TVC. A eleição foi filmada e documentada.
É claro que o cartório acatou e registrou
a Chapa. E porque não acatou da tal situação....
Nossa
entidade aguarda o desfecho para poder contribuir
com uma verdadeira TVC, longe de partidos políticos,
e de empresários, que vê na TVC uma
fonte de lucro.
--------------------------------------------------------------------------------
Golpe contra a TVC Rio e a democratização
da comunicação
Em
17/06/08, Claudia verde <[email protected]>
escreveu:
Um grupo tomou de assalto a TV Comunitária
do Rio de Janeiro. Mesmo com a unanimidade dos votos
em processo legítimo, entidades eleitas precisaram
recorrer à Justiça para expulsar um
grupo que realizou uma reunião paralela e
a registrou em cartório como se dentro da
legalidade estivesse. De posse do documento, ocuparam
a sede da TVC, com a garantia de seguranças.
Em
nota pública, a direção eleita
afirma que a TV Comunitária do Rio de Janeiro
não pode ser propriedade de interesses privados
nem de partidos políticos: "estamos
lutando; contra essa prática que afronta
a democracia e a pluralidade de idéias que
sempre caracterizaram a nossa tv comunitária.
A tv é das entidades e das comunidades e
não pode ser apenas uma estrutura a serviço
de partidos ou grupos."
A
eleição foi acompanhada por um representante
da OAB-RJ, o advogado Mário N. Leopoldo,
que a descreveu em relatório à entidade:
"A Assembléia Geral da Associação
de Entidades Canal Comunitário de TV's (TV
Comunitária, canal 06 da Net), no auditório
da SEAERJ, para eleição da nova direção,
por tudo que vi e ouvi, no dia 29/04/08, naquela
assembléia, tira-me um bom exemplo de exercício
da cidadania. A Comissão Eleitoral demonstrou
qualidade em organização e legalidade
apresentando-me um dossiê com o passo-a-passo
da realização do pleito com editais
publicados, convocações pertinentes,
listagem de aptos e inaptos ao exercício
do voto, coleta de assinaturas etc. Quanto à
desenvoltura do procedimento, também não
foi diferente, reinou a democracia concedendo-se
aos eleitores a possibilidade e oportunidade de
apresentação de outras chapas concorrente,
se fosse a hipótese, o que não ocorreu.
Bem como, se abriu espaço para questionamentos
e impugnações em face da única
chapa apresentada. E, na falta de impedimentos,
a chapa foi eleita por aclamação,
tudo em clima de tranqüilidade, serenidade
e aplausos aos eleitos, que na forma do regulamento
foram empossados em ato contínuo".
Enquanto
isso, na TVC, o outro grupo invadia a sede para
realizar uma reunião. Um chaveiro foi chamado
para abrir a porta. Neste dia, o canal estava fechado.
Não aconteceu expediente normal na TVC porque
os funcionários formalizaram pedido para
não trabalharem alegando assédio de
diretores insatisfeitos com a decisão da
maioria da direção colegiada. A PM
foi chamada e acompanhou a eleição.
Filiações
em massa às vésperas da eleição
- No início do ano, diretores da TVC Rio
começaram a receber uma avalanche de pedidos
de filiação. Reuniões da direção
colegiada passaram a ter apenas as filiações
como ponto de pauta, deixando de decidir pontos
fundamentais para o dia-a-dia do canal. Até
que a direção colegiada decidiu que
as filiações não podiam ser
a prioridade administrativa da TVC e deliberou analisar
os inúmeros pedidos; - que ainda continuavam
a chegar; - após a realização
da assembléia eleitoral.
Sem
informações financeiras - Pelo estatuto
da TVCRio, só pode participar desta assembléia
quem está com o pagamento em dia. Mas o tesoureiro
da TVC não apresentou prestação
de contas e nem sequer informou aos demais membros
da direção quem estava ou não
em dia. Foi; decidido então usar o relatório
feito pelo coordenador geral para a assembléia
anterior e quem levasse os comprovantes de pagamento
mostrando que estava em dia até fevereiro
de 2008 poderia votar.
A
falta de relatórios financeiros foi uma constante
ao longo dos dois anos da gestão, como comprovam
as inúmeras atas de reuniões, que
registraram cobranças e reclamações
de diretores sobre a falta de informações
financeiras. Deliberações sobre o
assunto também não foram encaminhadas.
Assembléia
da comissão eleitoral - Durante a realização
da assembléia da comissão eleitoral
na Seaerj, um grupo ficou na porta tentando barrar
as entidades para que elas não entrassem.
A despeito das diversas mentiras, os representantes
de filiadas entraram no auditório. A assembléia
transcorreu normalmente apesar da tentativa de tumulto
provocada pelo grupo, que se deslocou da entrada
da Seaerj para a entrada do auditório, quando
a assembléia começou. Eles tentaram
invadir o recinto mas foram contidos pelos seguranças.
Se realizado o tumulto dentro da sala a assembléia
seria inviabilizada e as entidades filiadas não
poderiam exercer seu direito ao voto. Marcos Oliveira,
então tesoureiro da TVC, e Fernando Bandeira,
presidente do Sindicato dos Policiais Civis e presidente
do Sindicato dos Vigilantes do Rio, adentraram o
recinto, aos gritos. Mas a esta altura a reunião
estava sendo concluída. Eles voltaram para
o grupo e realizaram uma
reunião, escolhendo como comissão
eleitoral paralela um grupo de três advogados,
estranhos à TVC.
Convocação
paralela -Ignorando o fato de não ter legitimidade,
ter menos entidades, mas afirmando o tempo todo
o contrário, o grupo se auto-intitulou representante
da "verdadeira assembléia". E registrou
em cartório o nome dos advogados como comissão
eleitoral. Depois, o tesoureiro mandou publicar
edital convocando uma eleição paralela.
Entramos com uma representação e o
juiz decidiu que o tesoureiro da entidade não
poderia convocar uma eleição, mas
não a suspendeu com o entendimento de que
todo cidadão tem direito a realizar uma reunião.
Ou seja, antes mesmo da assembléia eleitoral
um juiz já havia batido martelo sobre quem
realmente tinha a representatividade para encaminhar
o processo eleitoral.
O
cheque para pagamento deste edital, entre outras
despesas, foi assinado pelo tesoureiro da TVC e
pela diretora administrativa, sem a aprovação
da direção da entidade. As folhas
de cheque foram retiradas da sede da entidade e
diante do questionamento do fato em reunião
do colegiado da TVC, a então diretora administrativa
se limitou a dizer que era honesta e não
precisava nos dar satisfações.
Após
a eleição - No dia 12 de maio, a PM
foi chamada novamente. Desta vez, a pedido do representante
da ONG ABCI (composta por 3 pessoas, ex-diretores
da TVC), que se auto-intitulava coordenador da TVC
Rio. Ele pediu ao coordenador eleito que se retirasse
imediatamente da emissora porque agora ele estava
"assumindo" a TVC. Como não teve
o "pedido" atendido, ligou para a PM.
Os policiais chegaram a pedir a Edvaldo que se retirasse,
mas depois de ver a documentação regular
da eleição, disseram que, então,
não poderiam resolver.
Participam
da direção eleita: Associação
de Pais e Mestres do Colégio Marista São
José, Associação dos Engenheiros
da Petrobrás (Aepet), Grupo Tortura Nunca
Mais, Federação das Associações
de Favelas do Estado do Rio de Janeiro (Faferj),
Central Única dos Trabalhadores, Sindicato
dos Trabalhadores em Saúde e Previdência
do Rio de Janeiro (Sindisprev), Associação
Cultural de Radiodifusão Comunitária
de Copacabana, Sindicato Nacional dos Docentes em
Instituições de Ensino Superior (Andes-SN),
Federação Interestadual de Sindicatos
de Engenheiros, Clube de Engenharia, Associação
de Moradores e Amigos de Botafogo, Sindicato dos
Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro, Casa de
Cultura Estrela D'Oyá, Sindicato dos Economistas
do Estado do Rio de Janeiro, Sociedade Zoófila
Educativa, Confraria Mística Brasileira,
Associação dos Profissionais Liberais
e Regulamentares do Brasil, Sindicato dos Servidores
da Justiça Federal do Estado do Rio de Janeiro,
Instituto Geração da Hora, Centro
Comunitário Jardim Santo Antonio de Guadalupe,
Associação Nacional de Proteção
e Apoio aos Concursos, Faculdade Pinheiro Guimarães,
Federação de Triatlhon, Associação
dos Artistas que estão no Anonimato, Projeto
Escola de Mestre Sala, Porta Bandeira e Porta Estandarte,
Casa do Compositor Musical.
Fonte:
www.tvcrio.com.br |