| PNAD:
Brasil tem queda na taxa do analfabetismo
São Paulo - O Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira os
resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
(PNAD). A pesquisa investigou cerca de 400 mil pessoas em
quase 148 mil domicílios por todo o país a
respeito de sete temas: dados gerais da população,
migração, educação, trabalho,
família, domicílios e rendimento.
Segundo
o Pnad, a pesquisa apresenta um dos índices mais
positivos dos últimos 15 anos sobre o analfabetismo,
em 1992, a taxa de analfabetismo era de 17,2% entre pessoas
de 15 anos ou mais de idade - em 2007, o índice caiu
para 9,9% seguindo uma tendência histórica
de queda. No entanto os números ainda continuam altos,
um em cada dez brasileiros com mais de 15 anos de idade
ainda não sabe ler nem escrever. Esse contingente
de 14,1 milhões de brasileiros é analfabeto,
segundo os critérios do IBGE.
Apesar
da queda, o Brasil ocupa a oitava posição
dos países da América Latina com maior índice
de analfabetismo.
O
Nordeste ainda é a região que mais registra
analfabetos: 19,9% dos brasileiros sem alfabetização.
Apesar disso, é também a área que teve
maior redução da taxa nos últimos 15
anos, caindo de 32,7% para 19,9%.
O
Sul tinha, em 1992, o menor índice de analfabetismo.
Em 2007, se reafirma na liderança: os 10,2% de 15
anos atrás se transformaram em 5,4%. A região
sudeste tem 5,7% de analfabetos, diferente dos 10,9% de
1992.
Norte
e Centro-Oeste têm hoje, respectivamente, 8,4% e 8,1%
de pessoas que não sabem ler nem escrever, reduzindo,
nessa ordem, os 13,1% e 14,5% de 15 anos atrás.
Freqüência
escolar
No
contingente de jovens de 7 a 14 anos de idade foi verificada
a maior freqüência à escola (97,6%), resultado
estável em relação a 2006.
Em
termos regionais, essa taxa foi de, aproximadamente, 98%
nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste; 97,1% no
Nordeste e 96,2% no Norte.
A
região Sul foi a que mais se destacou, como no caso
de Santa Catarina, onde 99% de crianças e adolescentes
de 7 a 14 anos de idade estavam na escola.
Já as menores taxas de escolarização
para este grupo de idade foram verificadas nas Unidades
da Federação das regiões Norte e Nordeste,
particularmente, nos estados do Acre (91,3%), Pará
(96,2%) e Alagoas (96,2%). A pesquisa também mostrou
que em 2007, 70,1% das crianças de 4 a 5 anos freqüentavam
creche ou escola, um aumento de 2,5 pontos percentuais em
relação a 2006. No mesmo período, o
número de estudantes de nível superior aumentou
em 251 mil.
Em
2007, do total de pessoas com 4 anos ou mais de idade no
Brasil (190 milhões), cerca de 56,3 milhões
eram estudantes.
As
informações são do Terra
Fonte: www.odia.com.br
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